Para observar a minha imagem no espelho, devo esquecer-me de mim?
É que, para me esquecer, deverei primeiro reparar em mim?
Através da auto-reflexão consigo modificar-me.
Ao observar me nos outros, consigo modificar-me a mim e aos outros.
O universo observando-se a si próprio em si próprio.
Decido o que quero ser, fazer, ter, e manter, tenho os pensamentos relacionados com isso, emito a frequência desta atração, e a minha visão torna-se a minha vida, e a minha vida a minha visão. Tudo está relacionado e interligado!
Tenho o poder de decidir o que quero, modificar o que sou, e atrair o que fazer e ter manter.
Sinto o que estou a pensar e vejo o que há de positivo no meu pensamento.
Modifico? Altero? Mantenho? Recrio?
A força, está naquilo que verdadeiramente, quero fazer, quero dizer, e quero pensar e tudo irá rodar à sua volta, pois é uma lei do Universo.
Tudo gira! Tudo é movimento, tudo é pensamento e Aceito! Acredito! Vivo! Nessa grande verdade de que é possível ser-se aquilo que se quer ser.
Continuo a encontrar verbos interessante....
CM
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Ter! Ser! Manter! Verbos curiosos!!!
Tudo o que é mesmo importante ter, é muito difícil manter.
Talvez seja uma frase batida na "praça"... mas eu, eu apenas a senti hoje e fez-me todo o sentido.
Ter, primeiro terá que saber, o que queremos ter…
Ter, não significa possuir, é mais do que isso,
Ter, é talvez a coisa mais linda que existe
Ter… "Tudo o que é importante de ter", é aí que reside a diferença,
Não é dinheiro, não são bens, não são coisas., este “Ter” tem que ser mesmo importante pelo qual vale a pena manter, lutar por ele, é difícil, que "Ter" será este?
Estou simplesmente a mastigar uma ideia, que irei desenvolver pois +é mesmo importante “saber o que queremos ter, ter uma coisas linda, a importância deste ter, não é “material”, já está escrito, o que será?
É somente uma ideia, que me surgiu e que irei desenvolver... se me quiserem ajudar…
CM
Talvez seja uma frase batida na "praça"... mas eu, eu apenas a senti hoje e fez-me todo o sentido.
Ter, primeiro terá que saber, o que queremos ter…
Ter, não significa possuir, é mais do que isso,
Ter, é talvez a coisa mais linda que existe
Ter… "Tudo o que é importante de ter", é aí que reside a diferença,
Não é dinheiro, não são bens, não são coisas., este “Ter” tem que ser mesmo importante pelo qual vale a pena manter, lutar por ele, é difícil, que "Ter" será este?
Estou simplesmente a mastigar uma ideia, que irei desenvolver pois +é mesmo importante “saber o que queremos ter, ter uma coisas linda, a importância deste ter, não é “material”, já está escrito, o que será?
É somente uma ideia, que me surgiu e que irei desenvolver... se me quiserem ajudar…
CM
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
No Caminho!
No dia 29 de Janeiro fui dar um passeio pela margem do Rio Tejo!
Lá encontrei entre várias coisas, isto... um sol lindo, mas lindo mesmo...
Um caminho, um rumo, uma direcção, um percurso que se faz entre o caminho da vida...

O caminho da vida!!!
Tudo é efemere...
Agora vou passar para o dia 30 e mostrar os meu menino com 22 anos...
Ele e a Joana, no dia dos seus anos.




Um caminho, um rumo, uma direcção, um percurso que se faz entre o caminho da vida...
O caminho da vida!!!
Tudo é efemere...
Agora vou passar para o dia 30 e mostrar os meu menino com 22 anos...
Ele e a Joana, no dia dos seus anos.



Papoila
É! Quando começamos a ver os campos cheios de papoilas recordamos que a Primavera já está a espreitar…
Que a natureza...
está a florir,
está a gritar,
está a nascer,
está com as suas cores,
está com os cheiros,
característicos...

A papoila lembra-me como era bonito ver o campo vadio da janela de “Benfica”, as espigas, as ervas, o mato que há ali.
Na Primavera era um regalo, ver crescer com uma harmonia a natureza, espontânea…
Todos os dias, uma cor,
o roxo, o lilás, o vermelho, o amarelo dos malmequeres, o amarelo torado, as tonalidades de verdes… eh!
Todos os dias uma verdura diferente… eh!
Todos os dias um sorriso da natureza… eh!
Todos os dias um beijinho entre papoilas...eh!
Eh! Todos os dias...
A Primavera traz com ela o nascimento da vida, o acreditar que todo se renova, que basta um só dia, para que possamos alterar o rumo das nossas vidas é!
É lindo! Se estiveres atento a natureza, ela ensina-te coisas que só quando entendes quando escutas o teu coração, quando te mergulhas no teu ser e entendes que tudo é movimento, tudo é mudança, tudo é belo, e que tudo está em perfeita harmonia.
CM
Que a natureza...
está a florir,
está a gritar,
está a nascer,
está com as suas cores,
está com os cheiros,
característicos...
A papoila lembra-me como era bonito ver o campo vadio da janela de “Benfica”, as espigas, as ervas, o mato que há ali.
Na Primavera era um regalo, ver crescer com uma harmonia a natureza, espontânea…
Todos os dias, uma cor,
o roxo, o lilás, o vermelho, o amarelo dos malmequeres, o amarelo torado, as tonalidades de verdes… eh!
Todos os dias uma verdura diferente… eh!
Todos os dias um sorriso da natureza… eh!
Todos os dias um beijinho entre papoilas...eh!
Eh! Todos os dias...
A Primavera traz com ela o nascimento da vida, o acreditar que todo se renova, que basta um só dia, para que possamos alterar o rumo das nossas vidas é!
É lindo! Se estiveres atento a natureza, ela ensina-te coisas que só quando entendes quando escutas o teu coração, quando te mergulhas no teu ser e entendes que tudo é movimento, tudo é mudança, tudo é belo, e que tudo está em perfeita harmonia.
CM
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
E esta EH!!!!
Atenção!!! Muita atenção! "Bem Vindos" ao "BARACAL"
É este o nosso comércio tradicional... e o que se vai fazer???

Agarrem-se bem!!! Estão divertidos? há é?
Pois ainda vem uma "rabanada de vento" e depois....

Há pois é! Dá muito trabalho e é necessário muita perícia para fazer aquela curva.
Os passeios, e os caixotes do lixo também necessitam de passar na passadeira sem serem atropelados, por algum maluco, que se esqueça de parar!!! Só faltam as lombas...e os RADARES...mas lá chegará nos garanto.

Só falta um bocadinho! E se baterem as palmas??? O que acontecerá?
Perícia do condutor...

A Poupaça de energia!
Voltamos à mecânica....
Aqui levamos a sério as questões de ambiente!
Curioso, não é?


- Mas senhor polícia, dizia 40...
- não senhor condutor, era 30
Multar ou não? E eis a questão...
É este o nosso comércio tradicional... e o que se vai fazer???
Agarrem-se bem!!! Estão divertidos? há é?
Pois ainda vem uma "rabanada de vento" e depois....

Há pois é! Dá muito trabalho e é necessário muita perícia para fazer aquela curva.
Os passeios, e os caixotes do lixo também necessitam de passar na passadeira sem serem atropelados, por algum maluco, que se esqueça de parar!!! Só faltam as lombas...e os RADARES...mas lá chegará nos garanto.

Só falta um bocadinho! E se baterem as palmas??? O que acontecerá?Perícia do condutor...

A Poupaça de energia!Voltamos à mecânica....
Aqui levamos a sério as questões de ambiente!Curioso, não é?


- Mas senhor polícia, dizia 40...
- não senhor condutor, era 30
Multar ou não? E eis a questão...
A Mensagem!!!
Não sei o que escrever...
Estando eu ao pé do Rio Tejo lembrei-me.... Será que o rio me pode contar alguma história, daquelas que um dia alguém lhe contou?
Eu perguntei ao rio, mas ele que estava com uma corrente tão forte, que nem me ouviu....
Depois olhei para a água e vi círculos de "ondas" pequeninas mas muitas... olhei e vi uma quantidade de peixinhos que vinham à superfície respirar e deixavam um encadeado de ondas, como rasto de quem tinha passado por ali... Peixinho conta-me tu uma história? Mas eles brincavam uns com os outros e na brincadeira não me ouviram...
Olhei para o sol e pensei que “cores”... Que “escuridão”... Que laranjas, brancos amarelos, brancos encarnados alaranjados entrelaçados entre as nuvens a prever uma noite cheia de estrelas... E que bonito vai ser o pôr-do-sol, será que tu o sol me podes contar alguma história daquelas que só tu tens para contar pois só tu viveste anos suficientes para saber histórias que os homens não conhecem... mas o sol estava muito atarefado a despedir-se de mais um dia...
Olhei para o céu e encantei-me com os pássaros voando a favor do vento planando... e a baterem as asas quando queriam ir contra ele... e pensei! Será que tu minha ave linda! Me vens contar ao ouvido uma história daquelas que só tu ouves, entre os pescadores de rio? Estavam tão entretidas a brincar com o vento, que nem deram pela minha presença.
Olhei mais ao longe... Vi um barco! Daqueles barcos com grandes velas, barco antigo, que me fez recuar no tempo, ao tempo dos navegadores, exploradores, aventureiros à descoberta dos novos mundos.... E pensei...
O que pensariam aqueles homens? O que os motivava a embarcarem em pequenos barcos a navegarem grandes Oceanos, à procura de “pequenos nadas” pois nada se sabia existir...
E descobri a história, que o meu rio, o meu peixe, o meu sol, a minha ave que o meu barco, me queriam contar....
A história de alguém que está à procura de “novos mundos” que lança redes e por vezes as redes vêm carregadas de boas notícias, outras, em vez, vem carregadas de más notícias, mas tudo em equilíbrio, que sobe uma velas e descobre Amor onde não esperava encontrar, baixa as velas e deixa-se ir ao sabor do vento, rumo ao desconhecido que é esta vida...tal como o rio, o pássaro, o peixe, tal como o sol tal como o barco à vela.
E gostei! Gostei de ser o barco à vela onde, por vezes me leva ao cabo das tormentas, e outras a novas terras desconhecidas, onde temos outros cheiros, outros sabores, outras cores, outros sentires, me leva até o infinito, onde nem a imaginação consegue alcançar!
E voei! Voei bem alto até ao fundo do meu ser, e descobri que tudo está em harmonia, que a minha vida é simplesmente uma vida, neste universo de desconhecido caminhos, que não tenho o ontem, nem o amanhã, somente tenho este momento agora, este em que te escrevo com a alma cheia de dúvidas, alma que respira, alma em profunda mutação, Esta minha alma, este meu ser, à busca de novos desafios, novos encantamentos, novas experiências...
É! A vida é cheia de surpresa....
E respirei novos ventos, novos ares e brinquei com o ar, inspirava e expirava... que boa esta brincadeira... que me encheram os pulmões de ar vindo de outros lugares.
E aqueci a minha alma com aquele sol, lindo! Lindo de vida, de cores, lindo pois é a esperança e a certeza que amanhã irá outra vez nascer... e pôr-se, e agradeci de ter aquele momento.
E deixei-me ir com a corrente até aqui, até hoje, até a este momento, em que vos escrevo, e que bom é vos escrever... sem saber o que escrevi.
CM
Estando eu ao pé do Rio Tejo lembrei-me.... Será que o rio me pode contar alguma história, daquelas que um dia alguém lhe contou?
Eu perguntei ao rio, mas ele que estava com uma corrente tão forte, que nem me ouviu....
Depois olhei para a água e vi círculos de "ondas" pequeninas mas muitas... olhei e vi uma quantidade de peixinhos que vinham à superfície respirar e deixavam um encadeado de ondas, como rasto de quem tinha passado por ali... Peixinho conta-me tu uma história? Mas eles brincavam uns com os outros e na brincadeira não me ouviram...
Olhei para o sol e pensei que “cores”... Que “escuridão”... Que laranjas, brancos amarelos, brancos encarnados alaranjados entrelaçados entre as nuvens a prever uma noite cheia de estrelas... E que bonito vai ser o pôr-do-sol, será que tu o sol me podes contar alguma história daquelas que só tu tens para contar pois só tu viveste anos suficientes para saber histórias que os homens não conhecem... mas o sol estava muito atarefado a despedir-se de mais um dia...
Olhei para o céu e encantei-me com os pássaros voando a favor do vento planando... e a baterem as asas quando queriam ir contra ele... e pensei! Será que tu minha ave linda! Me vens contar ao ouvido uma história daquelas que só tu ouves, entre os pescadores de rio? Estavam tão entretidas a brincar com o vento, que nem deram pela minha presença.
Olhei mais ao longe... Vi um barco! Daqueles barcos com grandes velas, barco antigo, que me fez recuar no tempo, ao tempo dos navegadores, exploradores, aventureiros à descoberta dos novos mundos.... E pensei...
O que pensariam aqueles homens? O que os motivava a embarcarem em pequenos barcos a navegarem grandes Oceanos, à procura de “pequenos nadas” pois nada se sabia existir...
E descobri a história, que o meu rio, o meu peixe, o meu sol, a minha ave que o meu barco, me queriam contar....
A história de alguém que está à procura de “novos mundos” que lança redes e por vezes as redes vêm carregadas de boas notícias, outras, em vez, vem carregadas de más notícias, mas tudo em equilíbrio, que sobe uma velas e descobre Amor onde não esperava encontrar, baixa as velas e deixa-se ir ao sabor do vento, rumo ao desconhecido que é esta vida...tal como o rio, o pássaro, o peixe, tal como o sol tal como o barco à vela.
E gostei! Gostei de ser o barco à vela onde, por vezes me leva ao cabo das tormentas, e outras a novas terras desconhecidas, onde temos outros cheiros, outros sabores, outras cores, outros sentires, me leva até o infinito, onde nem a imaginação consegue alcançar!
E voei! Voei bem alto até ao fundo do meu ser, e descobri que tudo está em harmonia, que a minha vida é simplesmente uma vida, neste universo de desconhecido caminhos, que não tenho o ontem, nem o amanhã, somente tenho este momento agora, este em que te escrevo com a alma cheia de dúvidas, alma que respira, alma em profunda mutação, Esta minha alma, este meu ser, à busca de novos desafios, novos encantamentos, novas experiências...
É! A vida é cheia de surpresa....
E respirei novos ventos, novos ares e brinquei com o ar, inspirava e expirava... que boa esta brincadeira... que me encheram os pulmões de ar vindo de outros lugares.
E aqueci a minha alma com aquele sol, lindo! Lindo de vida, de cores, lindo pois é a esperança e a certeza que amanhã irá outra vez nascer... e pôr-se, e agradeci de ter aquele momento.
E deixei-me ir com a corrente até aqui, até hoje, até a este momento, em que vos escrevo, e que bom é vos escrever... sem saber o que escrevi.
CM
sábado, 26 de janeiro de 2008
O cigarro!!!
O cigarro!
Já vos tinha falado do cigarro, mas agora vou-vos falar da Lei do tabaco…
A 1 de Janeiro de 2008, entrou em vigor a Lei do Tabaco…
Que bom tema… O país começou a discutir, cada lado argumenta com toda a convicção na defesa dos seus direitos…
Não vou divagar por aqui, apenas digo que de facto quem nos governa… sabe fazer bem as coisas…
Estamos a defender uma causa que não é de todo importante… quem fuma arranjará maneira de fumar da mesma forma e quem não fuma se quer estar ao pé daqueles amigos que fumam levaram na mesma com o fumo passivo… os grandes comerciantes arranjarão maneira de ter espaços para os fumadores, haverá maneira de não perder cliente, disso vos garanto… haverá seguramente pessoas que deixaram de fumar cigarros, mas talvez comecem a fumar “erva” porque se pode ter um vaso e não se paga imposto…
A verdadeira questão é que em vez de se discutir o aumento do leite, do pão., dos transportes, do gás, da electricidade, em vez de se falar dos desempregados, da terceira idade, das crianças em idade escolar, em vez de se falar das políticas praticadas por este políticos hipócritas, se fala nos fumo dos cigarros… que dá ao Estado, por via do imposto muitos €s. Fechem a tabaqueira… Seus Hipócritas...
É! O cigarro mais uma vez serviu de anestesia aos verdadeiros problemas de que atravessa o país.
Hoje vamos ao supermercado e nada trazemos, mas largamos no mínimo 40 €, compramos papel higiénico, champô, 1 pacote de guardanapos, pão, 1l de leite, uma pacote de arroz, outro de massa, uma garrafa de óleo… e lá ficam 40€, assim sem mais nem menos… e isto num supermercado daqueles mais económicos, depois vamos à farmácia e compramos um remédio para a dor de garganta, e lá fica mais uns €, porque já não podemos ir á consulta para não largamos mais uns tantos €, é vamos à caixa do correio e já sabemos o que temos no correio, somente contas para pagar ou propaganda para compramos alguma coisa, já não se escrevem cartas, o correio passou a ser uma objecto de más noticias.
Vamos a correr para o autocarro e apanhamos uma fila de carros, que nos faz chegar atrasados ao emprego, e vamos apertadinhos, porque nos reduziram os autocarros, e lá vamos, logo de manhã, a cheirar o sovaco do parceiro do lado, que anda a poupar na água, pois, é que em Portugal ainda há pessoas que vivem com 250€/mês e esses… nem sei como vivem, não consigo falar por eles...não tem voz, são mudos, que vivem nos passeios, nos passeios das nossas ruas e que nos desviamos para não chocar com esta nova realidade que cada vez é mais comum.
A quantidade de pobreza escondida que existe em Portugal é “Gritante”, gente que tem filhos na escola, onde pagam os livros, canetas, lápis, pasta, estojo, onde tem que pagar o ATL pois a escola acaba às 3 da tarde e os pais só saem do emprego pela 8 da noite, nas melhores das hipóteses, isto quando há €s, pois muitas crianças, vão para casa sozinhas pequeninas, porque não há dinheiro para pagar prolongamentos, isto aquelas que podem ir à escola...
Gente que não toma medicamentos porque não tem dinheiro para a farmácia, que não vai para o hospital porque não pode pagar a urgência, (havendo ainda a possibilidade de ter que ficar internado e aí terá que pagar mais…) mas vale morrer na nossa cama, mais vale passar fome, mais vale ter os poucos €s que nos restam no colchão, (aqueles que ainda resta, e já são escasos) pois os bancos levam taxas disto, daquilo, e apresentam lucros absurdos…
Como é que nós portugueses não abrimos os olhos e começamos a ver a realidade deste nosso Portugal?
Sair do país será a solução? hoje temos liberdade é verdade! Pelo menos é o que nos dizem.
Mas será que temos o essencial para podermos viver neste país que Amamos, mas que nos trata tão mal… e nos fazem todos os dias de estúpidos?
E o pior! o pior, é que no leque de políticos que andam na praça... não temos alternativa, toda as pessoas com quem falo me dizem, em quem iremos votar? Não há em quem votar, são todos iguais…
Seja quem for que vá para o governo, já não nos dá aquilo que estes nos tiraram, pois vai ser difícil devolver-nos a dignidade, temos liberdade… mas de que nos serve a liberdade, se não temos pão na mesa, se não podemos ter filhos, se não podemos ir a um cinema, a um teatro, se não podemos ter férias nem na nossa própria casa, pois as contas continuam a encher o correio, não podemos estar doentes, não podemos ter casa, nem ir ao supermercado? só temos a alternativa de nos endividamo-nos mais e cada vez mais.
Agora ainda podemos respirar o cheiro dos tubos de escapes, daqueles que fingem ter dinheiro para a gosolina e depois não tem dinheiro para colocar comida na mesa...e até podemos escolher não respirar o fumo dos fumadores, mas não conseguimos "respirar", porque as contas nos sufocam, nos estrangulam, onde se morre na ambulância, onde se nasce nas ambulância e mesmo nessas ambulâncias se pagam 40€ pelo transporte.
E ouvi o Sr. Ministro dizer:
- Vejam bem, os portugueses que vivem em Cascais também só tem hospital a 40 km, é mesmo assim Sr. Ministro, é mesmo a mesma coisa, os portugueses de cascais não tem comboio, não tem autocarros, ou carros, esses portugueses de Cascais provavelmente tem as mesmas condições daqueles que vivem em aldeias isoladas no interior, tem as mesmas estradas…tem ambulâncias a dois passos, e seguramente tem o mesmo poder de compra que tem os portugueses que vivem por esse país fora… Seguramente Sr. Ministro, seguramente…Todos nós acreditamos nisso… Seguramente.
Onde cada vez vai ser difícil ir para a escola, ao hospital, aos correios, aos empregos, onde cada vez é mais difícil andar na rua porque cada vez mais há gente especializada em roubos…
Mas uma coisa é certa… Não se pode fumar… e pode-se denunciar quem não compre a lei.
É! Não sei para onde Portugal caminha, só sei que cada dia é mais difícil viver neste nosso país.
Quem nos vai governar?
Quem nos vai dar outra vez dignidade para levantarmos a cabeça e podermos sorrir?
Quando vamos poder gritar! outra vez , que é um orgulho ser Português, Quando?
CM
Já vos tinha falado do cigarro, mas agora vou-vos falar da Lei do tabaco…
A 1 de Janeiro de 2008, entrou em vigor a Lei do Tabaco…
Que bom tema… O país começou a discutir, cada lado argumenta com toda a convicção na defesa dos seus direitos…
Não vou divagar por aqui, apenas digo que de facto quem nos governa… sabe fazer bem as coisas…
Estamos a defender uma causa que não é de todo importante… quem fuma arranjará maneira de fumar da mesma forma e quem não fuma se quer estar ao pé daqueles amigos que fumam levaram na mesma com o fumo passivo… os grandes comerciantes arranjarão maneira de ter espaços para os fumadores, haverá maneira de não perder cliente, disso vos garanto… haverá seguramente pessoas que deixaram de fumar cigarros, mas talvez comecem a fumar “erva” porque se pode ter um vaso e não se paga imposto…
A verdadeira questão é que em vez de se discutir o aumento do leite, do pão., dos transportes, do gás, da electricidade, em vez de se falar dos desempregados, da terceira idade, das crianças em idade escolar, em vez de se falar das políticas praticadas por este políticos hipócritas, se fala nos fumo dos cigarros… que dá ao Estado, por via do imposto muitos €s. Fechem a tabaqueira… Seus Hipócritas...
É! O cigarro mais uma vez serviu de anestesia aos verdadeiros problemas de que atravessa o país.
Hoje vamos ao supermercado e nada trazemos, mas largamos no mínimo 40 €, compramos papel higiénico, champô, 1 pacote de guardanapos, pão, 1l de leite, uma pacote de arroz, outro de massa, uma garrafa de óleo… e lá ficam 40€, assim sem mais nem menos… e isto num supermercado daqueles mais económicos, depois vamos à farmácia e compramos um remédio para a dor de garganta, e lá fica mais uns €, porque já não podemos ir á consulta para não largamos mais uns tantos €, é vamos à caixa do correio e já sabemos o que temos no correio, somente contas para pagar ou propaganda para compramos alguma coisa, já não se escrevem cartas, o correio passou a ser uma objecto de más noticias.
Vamos a correr para o autocarro e apanhamos uma fila de carros, que nos faz chegar atrasados ao emprego, e vamos apertadinhos, porque nos reduziram os autocarros, e lá vamos, logo de manhã, a cheirar o sovaco do parceiro do lado, que anda a poupar na água, pois, é que em Portugal ainda há pessoas que vivem com 250€/mês e esses… nem sei como vivem, não consigo falar por eles...não tem voz, são mudos, que vivem nos passeios, nos passeios das nossas ruas e que nos desviamos para não chocar com esta nova realidade que cada vez é mais comum.
A quantidade de pobreza escondida que existe em Portugal é “Gritante”, gente que tem filhos na escola, onde pagam os livros, canetas, lápis, pasta, estojo, onde tem que pagar o ATL pois a escola acaba às 3 da tarde e os pais só saem do emprego pela 8 da noite, nas melhores das hipóteses, isto quando há €s, pois muitas crianças, vão para casa sozinhas pequeninas, porque não há dinheiro para pagar prolongamentos, isto aquelas que podem ir à escola...
Gente que não toma medicamentos porque não tem dinheiro para a farmácia, que não vai para o hospital porque não pode pagar a urgência, (havendo ainda a possibilidade de ter que ficar internado e aí terá que pagar mais…) mas vale morrer na nossa cama, mais vale passar fome, mais vale ter os poucos €s que nos restam no colchão, (aqueles que ainda resta, e já são escasos) pois os bancos levam taxas disto, daquilo, e apresentam lucros absurdos…
Como é que nós portugueses não abrimos os olhos e começamos a ver a realidade deste nosso Portugal?
Sair do país será a solução? hoje temos liberdade é verdade! Pelo menos é o que nos dizem.
Mas será que temos o essencial para podermos viver neste país que Amamos, mas que nos trata tão mal… e nos fazem todos os dias de estúpidos?
E o pior! o pior, é que no leque de políticos que andam na praça... não temos alternativa, toda as pessoas com quem falo me dizem, em quem iremos votar? Não há em quem votar, são todos iguais…
Seja quem for que vá para o governo, já não nos dá aquilo que estes nos tiraram, pois vai ser difícil devolver-nos a dignidade, temos liberdade… mas de que nos serve a liberdade, se não temos pão na mesa, se não podemos ter filhos, se não podemos ir a um cinema, a um teatro, se não podemos ter férias nem na nossa própria casa, pois as contas continuam a encher o correio, não podemos estar doentes, não podemos ter casa, nem ir ao supermercado? só temos a alternativa de nos endividamo-nos mais e cada vez mais.
Agora ainda podemos respirar o cheiro dos tubos de escapes, daqueles que fingem ter dinheiro para a gosolina e depois não tem dinheiro para colocar comida na mesa...e até podemos escolher não respirar o fumo dos fumadores, mas não conseguimos "respirar", porque as contas nos sufocam, nos estrangulam, onde se morre na ambulância, onde se nasce nas ambulância e mesmo nessas ambulâncias se pagam 40€ pelo transporte.
E ouvi o Sr. Ministro dizer:
- Vejam bem, os portugueses que vivem em Cascais também só tem hospital a 40 km, é mesmo assim Sr. Ministro, é mesmo a mesma coisa, os portugueses de cascais não tem comboio, não tem autocarros, ou carros, esses portugueses de Cascais provavelmente tem as mesmas condições daqueles que vivem em aldeias isoladas no interior, tem as mesmas estradas…tem ambulâncias a dois passos, e seguramente tem o mesmo poder de compra que tem os portugueses que vivem por esse país fora… Seguramente Sr. Ministro, seguramente…Todos nós acreditamos nisso… Seguramente.
Onde cada vez vai ser difícil ir para a escola, ao hospital, aos correios, aos empregos, onde cada vez é mais difícil andar na rua porque cada vez mais há gente especializada em roubos…
Mas uma coisa é certa… Não se pode fumar… e pode-se denunciar quem não compre a lei.
É! Não sei para onde Portugal caminha, só sei que cada dia é mais difícil viver neste nosso país.
Quem nos vai governar?
Quem nos vai dar outra vez dignidade para levantarmos a cabeça e podermos sorrir?
Quando vamos poder gritar! outra vez , que é um orgulho ser Português, Quando?
CM
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Na minha rua....
Na minha rua… no meu bairro… tudo era diferente dos dias de hoje… jogávamos á bola, ao ringue, ao elástico…
Na minha rua jogava-se às escondidas, ao toque e foge, atiravam-se ovos aos carros no Carnaval, e o tempo que tínhamos que esperar que passasse algum carro…
Subíamos às arvores, formávamos clubes “disto” daquilo”, na minha rua… que saudades, que saudades de podermos andar à noite e conversar pela noite dentro, depois de um jogo de cartas…é... na minha rua pedia-se salsa ao vizinho do lado, ou sal, ou uma medida de arroz. Todas as portas estavam abertas e as casas de todos, eram nossas… todos se conheciam, éramos filhos deste, daquele, de sicrano…podíamos andar de bicicleta à vez (pois eram poucas e só alguns é que tinham), partíamos a cabeça, por vezes uma perna…, pois as bicicletas nem sempre tinham travões e o que as faziam parar eram os nossos pés….
Havia quem chama-se a”bófia”, pois não se podia jogar na rua e nós lá fugíamos que nem gazelas…
Sonhávamos… éramos crianças de “rua”, onde os brinquedos eram feitos por nós, onde as árvores se tornavam em escaladas… enormes, onde para nós só havia um objectivo… brincar, sorrir e viver o dia-a-dia com tempo, havia tempo não se ouvia dizer “não tenho tempo” tudo passava devagarinho, onde os sonhos, eram podermos brincar, e esses sonhos concretizavam-se, não eram utopia, nem fantasiávamos, nem queríamos coisas de comprar… até que nem havia dinheiro.
Eram apenas sonhos de bolas de sabões verdadeiros com o cheiro da roupa a serem lavadas nos tanques, onde se ouvia gritar…-Quem quer figos? Quem quer almoçar…” ou a peixeira com a cesta cheia de janquizinhos, e no fim do verão lá se ouvia o apito do homem que afiava as facas e arranjava os chapéus de chuva…
Meu Deus que cheiro, que brisas… que boas são as recordações da minha rua… do meu bairro dos Amigos, que são ainda hoje sãoAmigos!!!
Na minha rua…é… que saudades daqueles sítios que nos pareciam tão grandes e hoje se tornaram tão pequenos e cheios de carros, e de tanta falta de tempo….
É bom ter estas memórias, memórias de uma rua de um bairro de uma cidade… e que memórias…
CM
Na minha rua jogava-se às escondidas, ao toque e foge, atiravam-se ovos aos carros no Carnaval, e o tempo que tínhamos que esperar que passasse algum carro…
Subíamos às arvores, formávamos clubes “disto” daquilo”, na minha rua… que saudades, que saudades de podermos andar à noite e conversar pela noite dentro, depois de um jogo de cartas…é... na minha rua pedia-se salsa ao vizinho do lado, ou sal, ou uma medida de arroz. Todas as portas estavam abertas e as casas de todos, eram nossas… todos se conheciam, éramos filhos deste, daquele, de sicrano…podíamos andar de bicicleta à vez (pois eram poucas e só alguns é que tinham), partíamos a cabeça, por vezes uma perna…, pois as bicicletas nem sempre tinham travões e o que as faziam parar eram os nossos pés….
Havia quem chama-se a”bófia”, pois não se podia jogar na rua e nós lá fugíamos que nem gazelas…
Sonhávamos… éramos crianças de “rua”, onde os brinquedos eram feitos por nós, onde as árvores se tornavam em escaladas… enormes, onde para nós só havia um objectivo… brincar, sorrir e viver o dia-a-dia com tempo, havia tempo não se ouvia dizer “não tenho tempo” tudo passava devagarinho, onde os sonhos, eram podermos brincar, e esses sonhos concretizavam-se, não eram utopia, nem fantasiávamos, nem queríamos coisas de comprar… até que nem havia dinheiro.
Eram apenas sonhos de bolas de sabões verdadeiros com o cheiro da roupa a serem lavadas nos tanques, onde se ouvia gritar…-Quem quer figos? Quem quer almoçar…” ou a peixeira com a cesta cheia de janquizinhos, e no fim do verão lá se ouvia o apito do homem que afiava as facas e arranjava os chapéus de chuva…
Meu Deus que cheiro, que brisas… que boas são as recordações da minha rua… do meu bairro dos Amigos, que são ainda hoje sãoAmigos!!!
Na minha rua…é… que saudades daqueles sítios que nos pareciam tão grandes e hoje se tornaram tão pequenos e cheios de carros, e de tanta falta de tempo….
É bom ter estas memórias, memórias de uma rua de um bairro de uma cidade… e que memórias…
CM
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Já estou a ficar velhinha!!!!
8 de Janeiro de 2007!
Pois minha querida folha em branco....
Mais um ano que passa, para mim começa aqui o novo ano.
Faço hoje 47 anos, uma vida.
Comecei bem os anitos hoje, foi ontem ao cinema com os meus filhos e a Joana, fomos ver um filme.... não sei como se chama, viu-se bem e depois mesmo a tocar as badaladas cantaram-me os parabéns....
Tive uma grande prenda vinda do Canadá... á pois é chegou a São, que me deu uma grande alegria, vai ficar cá até dia 21 de Janeiro e vai passar os meus anitos comigo.
O Nuno assim que chegamos a casa deu-me logo uma prenda, uma camisola, que eu tinha dito que gostava, e ele comprou-a a socapa, e fez-me a surpresa...
Tenho vários propósitos para este ano e entre eles vai ser tirar um curso de escrita criativa.... tenho a sensação que este ano vai alterar a minha vida para sempre... estou muito entusiasmada para renascer.
Ainda não sei como vou passar os anitos, só sei que irá haver uma missa nos Jerónimos pelo o meu pai, já faz 1 mês que Nossa Senhora o veio buscar, e por acção de Graças pelos meus 47 anos, e depois haverá um jantar em casa da mãe com todos os manos, espero que se acenda a lareira e que passemos um bom serão.
Depois conto como foi.
Agora despeço-me minha querida folha e mais tarde, farei a reportagem.
Jinhos grande
CM
Pois minha querida folha em branco....
Mais um ano que passa, para mim começa aqui o novo ano.
Faço hoje 47 anos, uma vida.
Comecei bem os anitos hoje, foi ontem ao cinema com os meus filhos e a Joana, fomos ver um filme.... não sei como se chama, viu-se bem e depois mesmo a tocar as badaladas cantaram-me os parabéns....
Tive uma grande prenda vinda do Canadá... á pois é chegou a São, que me deu uma grande alegria, vai ficar cá até dia 21 de Janeiro e vai passar os meus anitos comigo.
O Nuno assim que chegamos a casa deu-me logo uma prenda, uma camisola, que eu tinha dito que gostava, e ele comprou-a a socapa, e fez-me a surpresa...
Tenho vários propósitos para este ano e entre eles vai ser tirar um curso de escrita criativa.... tenho a sensação que este ano vai alterar a minha vida para sempre... estou muito entusiasmada para renascer.
Ainda não sei como vou passar os anitos, só sei que irá haver uma missa nos Jerónimos pelo o meu pai, já faz 1 mês que Nossa Senhora o veio buscar, e por acção de Graças pelos meus 47 anos, e depois haverá um jantar em casa da mãe com todos os manos, espero que se acenda a lareira e que passemos um bom serão.
Depois conto como foi.
Agora despeço-me minha querida folha e mais tarde, farei a reportagem.
Jinhos grande
CM
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Mais um ano que passa!!!!
Minha querida folha branca!
Aqui estou eu a escrever mais uma vez para ti... pois é! tu, melhor do que ninguém sabes o que sinto nestes momentos difíceis, mas quero fazer, agora que o ano finda, com que toda a tristeza que me vai na Alma desapareça…
Eu estou em período de transformação, estou em mudança, sei que estou a “morrer” e a renascer para outra pessoa.
Eu sei que a minha vida está em perfeita transformação, e sei também que caminho para uma outra pessoa… sei que o sofrimento trás luz, nos faz crescer, nos acompanha e nos “força” a mudar, tenha eu a capacidade de mudar para melhor…
Eu sempre me perguntei onde estaria daqui a 10 anos, e imaginava-me... agora… só quero viver o dia-a-dia, não quero saber onde estarei daqui a 10 anos,daqui a 1 ano...ou mesmo daqui a uma hora, minuto ou segundo...
Quero ser Feliz cada dia cada hora, cada minuto, cada segundo desta vida.
Quero sentir e ter Paz, quero sorrir, rir, chorar, cada segundo intensamente, não sei se a vida é demais para mim, só sei que a vida dói, e viver custa no dia-a-dia.
Quero viver para mim, sentir para mim, ser simplesmente eu.
Quero aprender a viver sozinha dentro da minha Alma, e ser feliz, descobrir o Jesus que existe em mim e ser com Ele uma espécie de consolo.
Quero Amar a vida, sem preconceitos, sem limites...
Quero dar e receber um grande presente, o ser Feliz.
Até aqui tenho vivido para os outros...
Quero viver para mim onde os outros estão presentes, mas não são a minha “linha”, tenho que ser eu a minha “linha”, tenho que encontrar a minha estrada.
Quero sentir-me, Amar-me, quero ser Diferente, deixar este meu lado idealista de acreditar nos outros, para acreditar em mim, eu sei que tenho potencial, sei que consigo.
Quero SER… o Verbo, o Principio e o Fim, “Ser" simplesmente EU.
Quero apenas organizar-me e sentir não há limite para o meu caminho…
Quero seguir em frente com todo o meu ser, e descansar em paz.
Chega, chega de viver pelos outros, de sofrer pelos outros, de remediar o que os outros fazem.
Quero arregaçar as mangas e ser fiel ao meu caminho de solidão, para renascer para aquilo que nasci.
Ainda não sei muito bem para onde vou… como fazer… como largar esta pele que eu me forcei a vestir para conseguir a aprovação dos outros, para que os outros me aceitassem, já não há pressa para os outros, pois urge o tempo de me Amar, de ser Feliz, de ter Paz, de Renascer...
De descobrir todo o potencial, que abafei em prol dos outros.
Um Bom ANO DE 2008!
Até sempre.
Cristina
Aqui estou eu a escrever mais uma vez para ti... pois é! tu, melhor do que ninguém sabes o que sinto nestes momentos difíceis, mas quero fazer, agora que o ano finda, com que toda a tristeza que me vai na Alma desapareça…
Eu estou em período de transformação, estou em mudança, sei que estou a “morrer” e a renascer para outra pessoa.
Eu sei que a minha vida está em perfeita transformação, e sei também que caminho para uma outra pessoa… sei que o sofrimento trás luz, nos faz crescer, nos acompanha e nos “força” a mudar, tenha eu a capacidade de mudar para melhor…
Eu sempre me perguntei onde estaria daqui a 10 anos, e imaginava-me... agora… só quero viver o dia-a-dia, não quero saber onde estarei daqui a 10 anos,daqui a 1 ano...ou mesmo daqui a uma hora, minuto ou segundo...
Quero ser Feliz cada dia cada hora, cada minuto, cada segundo desta vida.
Quero sentir e ter Paz, quero sorrir, rir, chorar, cada segundo intensamente, não sei se a vida é demais para mim, só sei que a vida dói, e viver custa no dia-a-dia.
Quero viver para mim, sentir para mim, ser simplesmente eu.
Quero aprender a viver sozinha dentro da minha Alma, e ser feliz, descobrir o Jesus que existe em mim e ser com Ele uma espécie de consolo.
Quero Amar a vida, sem preconceitos, sem limites...
Quero dar e receber um grande presente, o ser Feliz.
Até aqui tenho vivido para os outros...
Quero viver para mim onde os outros estão presentes, mas não são a minha “linha”, tenho que ser eu a minha “linha”, tenho que encontrar a minha estrada.
Quero sentir-me, Amar-me, quero ser Diferente, deixar este meu lado idealista de acreditar nos outros, para acreditar em mim, eu sei que tenho potencial, sei que consigo.
Quero SER… o Verbo, o Principio e o Fim, “Ser" simplesmente EU.
Quero apenas organizar-me e sentir não há limite para o meu caminho…
Quero seguir em frente com todo o meu ser, e descansar em paz.
Chega, chega de viver pelos outros, de sofrer pelos outros, de remediar o que os outros fazem.
Quero arregaçar as mangas e ser fiel ao meu caminho de solidão, para renascer para aquilo que nasci.
Ainda não sei muito bem para onde vou… como fazer… como largar esta pele que eu me forcei a vestir para conseguir a aprovação dos outros, para que os outros me aceitassem, já não há pressa para os outros, pois urge o tempo de me Amar, de ser Feliz, de ter Paz, de Renascer...
De descobrir todo o potencial, que abafei em prol dos outros.
Um Bom ANO DE 2008!
Até sempre.
Cristina
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Senhor, dá-me uma estrelinha

"Senhor, dá-me uma estrelinha
Eu não quero presentes,
nem festas, nem consoada,
nem sequer missa do galo
Senhor,
Não te peço nada,
A não ser...
A não ser uma estrelinha,uma estrelinha doirada...para aquecer todos...
Aqueles que sofrem,
Aqueles que não têm comida,
Aqueles que têm frio,
Aqueles que perderam tudo nas guerras,
Aqueles que perderam aos pais os filhos, amigos,
Dá-lhes uma estrelinha doirada...
Aqueles Senhor,
Que irão sem esperança para o novo ano
Que não tiveram presépio
Nem fora nem dentro d'alma
Dá-lhes uma estrelinha doirada...
Para que essa estrelinha
seja o seu guia, o seu alimento, o seu conforto
lhes traga a esperança e a fé.
Que essa estrelinha
seja portadora de toda a bondade do Homem,
e que enxugue todas as lágrimas derramadas no ano que está a terminar.
Para todos vós... eu Senhor, peço somente a estrelinha doirada."
(desconheço o autor)
São os votos da
Cristina
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sábado, 17 de novembro de 2007
AMO A VIDA!!

Minha querida folha em branco..
Hoje tal como o papagaio vou papaguear o que me vai na alma...
Tenho mesmo a tendência para o abismo...
Estás mesmo a necessitar de um abanão, então foste falar o que te vai na alma com aquela pessoa, estás maluca ou que?
É estranho!
Gostei de falar com ele, apesar de me ter esclarecido em relação aos meus sentimentos, o que me entristeceu pois não é a Pessoa.
A frontalidade, a frieza das palavras dita sem preconceitos, mesmo quilo que estás a pensar mas nunca dizes, pois tens medo de ser ordinária.
É, foi bonito, e abriu-me uma nova vertente do Amor, conversas que até aqui só poderias ter com algumas amigas, pois quando tens com homens, podem te interpretar mal.
Foi curioso, não acredito que ele consiga fazer tudo o que diz, acho mesmo que ele gostaria de fazer, mas não consegue, todos temos um passado e os nossos passados estão muitas vezes aqui a matracar-nos com uma série de pensamentos.
Ele é uma pessoa muito sensível, sensual, carinhosa, manipuladora, sofredora, convencida, faz-se vitima, acutilante, carente, mas o que mais me espantou na sua personalidade foi a solidão de alma que ele quer estar, e não quer partilhar com ninguém.
É bicho escondido na sua toca, vai caçando algumas presas, ele sabe as que estão mais vulneráveis, e ataca... vive momentos inesquecíveis com elas, mas depois larga.
Tem consciência do que é capaz de dizer, a uma Mulher, para ela lhe cair nas garras.
É... é curioso as potencialidades do ser humano.
Ele sofreu, sofre, e está a tentar libertar-se, ele quer estar só mas não está, ele joga um jogo perigoso, de esconde, aparece,esconde é... és perigoso, meu amigo, pois as tuas intenções não são tão ingénuas, não és assim tão frontal, não dizes o que te vai na alma, só metades de verdades, né amigo, aquilo que eu queria ouvir?
Ainda bem me dormi sobre o assunto, e não és a tal pessoa.
Sem ofensa, e ainda bem que falei contigo, foi linda a nossa conversa, e não foi à toa que me veio à memória o poema de Fernando pessoa, que mais ao menos diz assim:
"
Não sei sentir, não sei ser humano,
não sei conviver dentro da alma triste, com os homens,
meus irmãos na terra.
Não sei ser útil, mesmo sentindo ser prático, quotidiano, nítido.
Vi todas as coisas e maravilhei-me de tudo.
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco, não sei qual, e eu sofri.
Eu vivi todas as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos.
E fiquei triste como se tivesse querido vivê.los e não conseguísse.
Amei e odiei toda gente.
Mas para toda gente isso foi normal e instintivo.
Para mim foi excepção, o choque, a válvula, o espasmo.
Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.
Não sei se sinto demais ou de menos.
Seja como for a vida,
de tão interessante que é a todos os momentos,
a vida chega a doer,
enjoar, a roçar, a ranger,
a dar vontade de dar pulos,
de ficar no chão,
de sair de todas as casas,
de todas as lógicas,
de todas as sacadas
e ir ser selvagem entre arvores e esquecimentos"
Álvaro de Campos

Para ti amigo! não te escondas como o escorpião faz...
vem à tona e faz como eu e o papagaio, AMA A VIDA!
Não sei bem se é assim, mas também pouco importa,
AMO A VIDA!
Tal como o papagaio está dizendo...
AMO A VIDA! AMO A VIDA! AMO A VIDA!
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Estou melhor!! Obrigado.

Bom dia!
Como estão?
Já tinha saudades de estar aqui...
Obrigado a todos os que se preocuparam comigo, pois já me sinto melhorzinha.
Ontem pensei que ia desta para a melhor...
Pois é isto é que foi uma semana de molho, nunca tinha tido isto, e é mau... mesmo mau.
Bom, mas deixando-me de pieguices como estão todos os meus meninos?
Deixo-vos aqui uma foto da Amazónia, linda não é?
Eu um dia ainda lá irei...
Sem muita inspiração me despeço.
Jinhos gordos para todos.
CM
domingo, 11 de novembro de 2007
Dia de S. Martinho
11 de Novembro de 2007!
pois é hoje é dia de S. Martinho, vai haver castanhas em quase todas as casa...
Ora eu não sabia a vida de São Martinho, nem quem era ele por isso vou partilhar convosco um pouco dessa história aqui vai:
"

Não podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano - Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu - o escritor Sulpício Severo.
Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar, como filho de mercador é mercador e filho de pescador devia ser pescador.St. Martin and the Beggar - National Gallery of Art, Washington Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império. As Gálias teriam os seus deuses próprios, como os tinham a Germânia ou a Hispânia.
O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Sinal do céu. Seria milagre?
VITA MARTINI
Sulpício Severo, aristocrata romano, culto e rico fica fascinado com o comportamento pouco comum de Martinho e escreve, entre 394 e 397 a biografia, daquele que ficaria conhecido por São Martinho de Tours. A obra chama-se apenas Vita Martini (escrito em latim), livro que teve enorme repercussão no mundo medieval. Espalhou-se até Cartago, Alexandria e Síria. Sabe-se que este livro foi muitíssimo lido (Enciclopedia Cattolica, Cidade do Vaticano, 1952, p. 220), o que era difícil numa época em que os livros eram caros e quando só o clero e monarcas mais cultos os leriam, mas o certo é que foi um verdadeiro «best-seller».
Só em 357 Martinho é dispensado oficialmente do exército e continua a espalhar a sua fé. Morre em Candes, no dia 8 de Novembro do ano de 397 e o seu corpo foi acompanhado por 2 000 monges, muito povo e mulheres devotas. Chega à cidade de Tours no dia 11 de Novembro. O seu culto começou logo após a sua morte. Em 444 foi elevada uma capela no local. Não foram só as gentes das Gálias que o veneraram, o seu culto espalhou-se por todo o Ocidente e parte do Oriente. Na cidade francesa de Tours, foi erguida uma enorme basílica entre 458 e 489 que viria a ser lugar de peregrinação, durante séculos. Em França há perto de 300 cidades e povoações com o nome de São Martinho e, em Portugal, numa breve contagem, descobrimos 60. É, no entanto, importante frisar que nem todas serão evocações de São Martinho (o da capa), mas também de São Martinho de Dume (na região de Braga), também originário da Hungria (séc. VI).
Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho»."
Gostaram?
pois eu já aprendi mais qualquer coisa.
Jinhos grandes e boas castanhas.
CM
pois é hoje é dia de S. Martinho, vai haver castanhas em quase todas as casa...
Ora eu não sabia a vida de São Martinho, nem quem era ele por isso vou partilhar convosco um pouco dessa história aqui vai:
"
Não podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano - Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu - o escritor Sulpício Severo.
Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar, como filho de mercador é mercador e filho de pescador devia ser pescador.St. Martin and the Beggar - National Gallery of Art, Washington Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império. As Gálias teriam os seus deuses próprios, como os tinham a Germânia ou a Hispânia.
O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Sinal do céu. Seria milagre?
VITA MARTINI
Sulpício Severo, aristocrata romano, culto e rico fica fascinado com o comportamento pouco comum de Martinho e escreve, entre 394 e 397 a biografia, daquele que ficaria conhecido por São Martinho de Tours. A obra chama-se apenas Vita Martini (escrito em latim), livro que teve enorme repercussão no mundo medieval. Espalhou-se até Cartago, Alexandria e Síria. Sabe-se que este livro foi muitíssimo lido (Enciclopedia Cattolica, Cidade do Vaticano, 1952, p. 220), o que era difícil numa época em que os livros eram caros e quando só o clero e monarcas mais cultos os leriam, mas o certo é que foi um verdadeiro «best-seller».
Só em 357 Martinho é dispensado oficialmente do exército e continua a espalhar a sua fé. Morre em Candes, no dia 8 de Novembro do ano de 397 e o seu corpo foi acompanhado por 2 000 monges, muito povo e mulheres devotas. Chega à cidade de Tours no dia 11 de Novembro. O seu culto começou logo após a sua morte. Em 444 foi elevada uma capela no local. Não foram só as gentes das Gálias que o veneraram, o seu culto espalhou-se por todo o Ocidente e parte do Oriente. Na cidade francesa de Tours, foi erguida uma enorme basílica entre 458 e 489 que viria a ser lugar de peregrinação, durante séculos. Em França há perto de 300 cidades e povoações com o nome de São Martinho e, em Portugal, numa breve contagem, descobrimos 60. É, no entanto, importante frisar que nem todas serão evocações de São Martinho (o da capa), mas também de São Martinho de Dume (na região de Braga), também originário da Hungria (séc. VI).
Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho»."
Gostaram?
pois eu já aprendi mais qualquer coisa.
Jinhos grandes e boas castanhas.
CM
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Casinha Branca
Para os que andam tristes...
Aqui vai uma letra (não sei de quem é) mas que é cantada por Maria Betania, e que muitas vezes reflete o sentimento que nesta altura do ano é sentido, por tanta gente:
"Casinha Branca
Eu tenho andado tão sozinha ultimamente, que nem vejo à minha frente, nada que me dê prazer...
Sinto cada vez mais longe, a felicidade, vendo em mim a mocidade, tanto sonho perecer..
Eu, queria ter na vida, simplesmente,
um lugar de mato verde,
para plantar e para colher...
Ter uma casinha branca de varanda,
um quintal uma janela, para ver o sol nascer...
Às vezes saio a caminhar pela cidade,
à procura de amizade, vou seguindo a multidão...
Mas me retraio olhando,
em cada rosto,
cada um,
com seu mistério...
seu sofrer...
sua ilusão...
Eu, queria ter na vida, simplesmente,
um lugar de mato verde,
para plantar e para colher...
Ter uma casinha branca de varanda,
um quintal uma janela, para ver o sol nascer..."
Há aqui um lugar de mato verde, para plantarem e para colherem...
Tem uma casinha branca de varanda onde podem ver o mundo....
um quintal e uma varanda para verem o sol nascecer,

Muitos e muitos Jinhos
CM
Aqui vai uma letra (não sei de quem é) mas que é cantada por Maria Betania, e que muitas vezes reflete o sentimento que nesta altura do ano é sentido, por tanta gente:
"Casinha Branca
Eu tenho andado tão sozinha ultimamente, que nem vejo à minha frente, nada que me dê prazer...
Sinto cada vez mais longe, a felicidade, vendo em mim a mocidade, tanto sonho perecer..
Eu, queria ter na vida, simplesmente,
um lugar de mato verde,
para plantar e para colher...
Ter uma casinha branca de varanda,
um quintal uma janela, para ver o sol nascer...
Às vezes saio a caminhar pela cidade,
à procura de amizade, vou seguindo a multidão...
Mas me retraio olhando,
em cada rosto,
cada um,
com seu mistério...
seu sofrer...
sua ilusão...
Eu, queria ter na vida, simplesmente,
um lugar de mato verde,
para plantar e para colher...
Ter uma casinha branca de varanda,
um quintal uma janela, para ver o sol nascer..."
Há aqui um lugar de mato verde, para plantarem e para colherem...
Tem uma casinha branca de varanda onde podem ver o mundo....
um quintal e uma varanda para verem o sol nascecer,
Muitos e muitos Jinhos
CM
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